sábado, 28 de junho de 2008

Aleatório.


Hoje eu não estou com vontade de vir aqui e falar da minha vida não-amorosa, e nem de comentar sobre o e-namorado da Anne Heatwayashf(não sei escrever o nome dela, mas é aquela menina que interpreta a Mia em "O diário da princesa") que foi preso por fraude e coisa e tal(coitada dela, eu prefiro estar solteira a descobrir que meu namorado é uma fraude).
É para falar sobre escolhas, sobre como fazê-las e a partir de quando comecar a fazê-las que estou aqui hoje. Eu comecei a fazê-las, mesmo, a desde o dia que eu me recusei a vestir uma blusa com estampa de uma pêra (ainda tem acento?) que minha mãe havia comprado pra mim porque achara "tão bonitinha!". E a parir daí eu não parei; primeiro veio a cor de um casaco, qual boneca das Chiquititas eu iria escolher (a Mile, claro) e a dúvida cruel de toa criança de uns 7 ou 8 anos: a casquinha de chocolate ou de baunilia, do McDonald's?
Fala sério, até quem inventou ficou em dúvida e inventou depois a MISTA para aqueles que (como ele, que inventou) não conseguiu escolher qual preferia.
O fato é que algumas pessoas vão logo no chocolate. Ou na baunilia. Sem pensar duas vezes, eu não. Tenho que me perguntar vezes e vezes se aquele 1 real e 50 centavos vai ser empregado da maneira certa... Pois é, e eu penso e penso e vou na mista.
E é por isso que quando não há uma "mista" em diversas situações, como não querer ir a uma festa por exemplo ou simplesmente senti uma vontade de ficar em casa assistindo Os Piores Clipes do Mundo - fala sério, isso é uma depressão praticamente - as pessoas (pais) acham que você brigou com suas amigas e é uma anti-social ou uma rebelde sem causa que não sai de casa porque diz que não tem roupas boas (isso está mais para uma patty-frustrada, ?).
Bem, mas escolhas são escolhas e todas elas, sendo boas ou ruins trazem conseqüencia e até mesmo uma casquinha mista, hoje, nesse frio, não seria uma boa opção.
E eu sou uma jovem velha, fazer o QUÊ???


OBS: Hoje é dia de são João!

OBS²: Por que eu falei isso??

OBS³: Adoro o Marcos Mion e Os Piores Clipes (é ÉÉ EU SEI)

terça-feira, 24 de junho de 2008

E o meu ódio?

Ele está focado nas provas trimestrais, no inferno chamado de Ensino Médio (quem disse que essa iria ser a MELHOR época da minha vida deveria morrer. MORRER.). É tão ruim ser adolescente, ter que estudar, escolher o que fazer de sua vida, ter amigos, ser popular, namorar (é melhor eu nem TOCAR nesse assunto), baladar, fazer inglês e outras atividades extracurriculares!
E o colégio só atrapalha! Ahhhhh! Como eu digo para Roberta (que mora na Itália e me manda e-mails me perguntando como vão as coisas), essa é a week from the hell. Prontinha para me ferrar. Biologia (Briófitas, Pterodófidas, Gimnospermas e tudo o que não-queria-saber-sobre-as-plantas!), Inglês (easy, vai, pelo menos ESSA), Química (SEM COMENTÁRIOS. Odeio reagente limitante), História (Guerra dos 100 anos, who cares???????), Física (adoro recuperação de física - eu sendo sarcástica), Geografia (Cerrado, Mata Atlêntica, Amazônia = ô chatice!). E tudo termina com o amado Português (amanhã) e a adorável Matemática (quinta).
Depois vem as férias (nada especiais esse ano, nada de Big Ben ou Cambridge, sinto muito) e daí os messes vindos diretamente do inferno começam.
E que ódio, não é mesmo?

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Um aniversário


Há onze anos atrás eu tinhas uns cinco anos; minha vida era feliz e tudo mais, afinal, eu era filha única. Aí ele chegou; todo bonitinho embrulhadinho em um cobertor azul-bebê, e a partir daí eu tive que dividir de tudo com ele, desde o espaço do banco de trás do carro até o amor de meus pais.
Ainda é difícil, mas não impossível, é irritante, mas não é não-maleável, é chato, e divertido, é bom, ruim ao mesmo tempo, é amizade, raiva, amor. Fraternidade.É meu irmão, que eu odeio algumas vezes, mas amo na maior parte do tempo.
Parabéns querido.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Um pouco de tudo.

A Kátia é, provavelmente, a pessoa mais doce que eu já conheci (depois da minha mamãe, claro!), de um jeito peculiar, porque ela também tem seus ataques. Uma prova disso foi o que aconteceu hoje, quando ela me deu um prêmio de consolação (chocolate) pela minha falta de namorado.
Foi uma coisa fofa.
Eu simplesmente não consigo ser tão fofa assim com ninguém, o máximo que eu fiz foi... Escrever uma cartinha para a Keila na sexta série e dar a ela uma foto do CPM 22 junto, dentro de um envelope, no aniversário dela. Eu sou uma pessoa inibida, nunca tive tantas amigas, nunca tive tanta liberdade com as que eu tinha, conto nas mãos as vezes que dormi na casa de alguma melhor amiga minha e defino minhas amigas como ótimas amigas, enquanto pessoas por aí conseguem chamar suas melhores amigas de "irmãs".
Uma vez eu achei que tinha uma melhor amiga, isso até o dia que algo chamado decepção bateu a minha porta e eu descobrir que é muito difícil você ser melhor amiga de alguém quando essa pessoa não fala com você e pergunta por outra, e aí depois você fica com a fama de grosseira e briguenta só porque usou palavras em um sentido irônico.
Está vendo? Esse é o meu problema.
A ironia, o sarcasmo, - eu sou muito cética para acreditar nas coisas, em mim mesma, e quando isso acontece, eu me decepciono, enquanto uma pessoa como a Kátia, por exemplo, choraria na frente de todas as pessoas.
Mas eu não. Odeio chorar na frente das pessoas - isso porque eu sempre fazia isso quando era criança e, com isso, ganhei o carinhoso apelido de manteiga derretida.
Não vou falar para vocês que não chorei quando a decepção bateu na minha porta, e que eu estou vontade de chorar porque não tenho namorado e para qualquer lugar que eu olho tem sempre alguém se abraçando, ganhando flores, desenhando corações e combinando de sair.
Qual é meu problema, afinal?!
Eu tenho um Suflair, sou livre, jovem e tenho muitas amigas para fazer - talvez até alguma irmã por aí, e um hmm... namorado, quem sabe?
Ou eu posso voltar a ser a manteiga derretida e me decepcionar de novo.


P.S.: Feliz dia dos namorados!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Sex and the closet.

Primeiramente, eu gostaria de saber de você: o que atrai tanto as pessoas a saberem mais sobre a vida dos outros? Isso é um fato, já que o número de telespectadores de novelas cresce a cada dia, bem como o número de telespectadores de sitcoms como Friends e Sex and the City.
A pergunta acima vem seguida de outra pergunta: o que atrai tanto as pessoas a Sex and the City?
A história de quatro amigas que vivem em Manhatan ou a curiosidade sobre como a magrela estranha e feinha Carrie conseguir transar com todos aqueles homens?
Eu nunca vou descobrir.
O fato é que o filme estreiou e a revista Veja já o comparou como uma bolsa da última estação que nunca deveria ter saído do armário. Será?
Vendo o quarto CD da sexta temporada eu quase entendi o porquê da série conquistar tantos fãs; além de só falar de sexo, é uma daquelas séries que aborda temas sérios com humor, sabe? Meio como Greys Anatomy (enquanto um paciente morre - ou descobre que têm câncer - os personagens transam entre si).
E agora? Será que Carrie - a feiosa jornalista - conseguirá se arrepender de ter saído do fundo do armário nesse filme?